
O Ministério da Educação informou ontem que pretende suspender 50 mil vagas em cursos superiores. A maioria dos cursos é da área de saúde, administração e ciências contábeis que obtiveram notas inferiores a 3 no Índice Geral de Cursos (IGC). Das 1.828 instituições de ensino superior que foram avaliadas, 683 ficaram abaixo da média na avaliação.
Os cursos que tiveram a pior avaliação terão corte de 65% nas vagas oferecidas em 2010. Nos demais, o corte será de 20%. O MEC não divulgou quais instituições serão afetadas. Porém, é possível conferir o desempenho de cada instituição.
Todos os cursos e universidades que ficaram abaixo da média passarão por um processo de supervisão. De acordo com a Secretaria de Educação Superior (Sesu), o prazo para corrigir e se manifestar sobre os problemas apontados é de 12 meses. Se após esse período a instituição não corrigir os erros, o curso pode ser extinto e a instituição descredenciada.
Segundo o MEC, sete centros universitários e uma universidade repetiram o baixo desempenho do ano passado, portanto perdem sua autonomia. Os resultados também valem para instituições que oferecem curso a distância.
Veja na tabela a seguir as instituições com as menores notas:

As informações são do G1.




O grande problema não é apenas da Universidade ou Faculdade, e sim dos professores que são contratados para ministrarem aulas a um público crescente, que na sua totalidade estão cada vez mais em busca de uma qualificação rápida e compatível com seu perfil e que a oportunidade oferece esse serviço mágico, enquanto ao professores, estão preocupados em ganhar dinheiro e não com a qualidade do serviço oferercido a esta clientela.